terça-feira, 16 de julho de 2019

Entre o Céu e a Terra de Nora Roberts

Entre o Céu e a Terra é o segundo livro da triologia das três irmãs da Nora Roberts. Se no primeiro a história se centra na Nell, o elemento ar, dos três que representam as personagens principais desta triologia, neste segundo volume é a Ripley, elemento terra que é o foco da história.
Ripley é irmã de Zack que aqui já surge casado com Nell. Tem um feitio meio para o bruto, o que condiz com a sua profissão de delegada. É ela e o irmão que zelam pela proteção da ilha e mantêm a ordem do local, Ripley, tal como Mia e Nell tem poderes mágicos que lhe foram conferidos pelas suas antepassadas, no entanto, longe dela aceitar tais poderes! Nega sempre as coisas que lhe parecem ser mais esotéricas, já se afastou da sua grande amiga de infância - Mia que ao contrário de Ripley aceita todas as suas capacidades e competências mágicas, estuda-as e desenvolve-as ainda mais. A ilha das três irmãs torna-se famosa pelo que aconteceu no primeiro livro - Nell fingiu a sua morte para fugir das garras ameaçadoras e violentas do seu anterior marido, um empresário famoso e com muito dinheiro. Ora, quando ele descobre que a "sua" Nell tinha fugido para a ilha das três irmãs parte para o local, à procura dela e...bem é melhor lerem o livro :-). Atraído pelos pormenores mais esotéricos desta história do passado recente, surge um especialista em ciências ocultas para estudar os fenómenos mágicos que dão fama à ilha.

O encontro entre este novo visitante da ilha - Mac e Ripley é algo agridoce, se por um lado ela se sente fortemente atraída por Mac, detesta todos os apetrechos e o autentico "estaminé" que vêm com este cientista do oculto, para além de que ela rejeita sempre qualquer ideia de que são os poderes mágicos que ela tem que fazem movimentar as parafernálias de instrumentos que ele tem no chalé que alugou à Mia.

E é neste jogo de gato e rato que se desenrola a história, sempre com a balança a pender para o lado do romance e da aceitação deste homem por parte de Ripley, como sendo o homem da sua vida. Mas, pelo meio, ou antes, mais para o fim, é claro que os poderes mágicos das três irmãs seriam postos à prova por males que testam a força de Ripley...mais, mais só lendo ! 

Não se pode dizer que é fantástico, mas gostei bastante, lê-se rapidamente e como já conhecemos as personagens é uma espécie de voltar a casa. Neste momento já estou a ler o último livro desta triologia - a cor do fogo, que fala sobre Mia.


317 páginas
Autora: Nora Roberts
Editora: Chá das Cinco

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Gratidão de Oliver Sacks

"Aos oitenta anos, as marcas do declínio não podem deixar de ser demasiado visíveis. As nossas reações são um pouco mais lentas, os nomes escapam-nos com maior frequência e torna-se forçoso que poupemos mais as nossas energias, mas, apesar de tudo isso, podemos sentir-nos por vezes cheios de energia e de vida, de maneira nenhuma "velhos"."


Oliver Sacks escreveu este pequeno enorme livro perto da sua morte - aos 82 anos, sendo que tem a plena consciência que não chegará a ser "bismuto", o elemento 83 da tabela periódica. Desde criança apaixonado pela biologia e ciências em geral, cedo faz um paralelo entre os seus aniversários e os elementos da tabela periódica, assim, refere que aos 82 anos é "chumbo", correspondente ao elemento 82 da tabela periódica.

A mim, que nunca tinha passado esta ideia pela cabeça pensei que é uma bela equivalência, reveladora do amor profundo que o autor tinha pela vida na sua pura essência, sim, porque atrás de sucessivas camadas está a química orgânica, as moléculas e os átomos de que todos nós somos feitos.
Este é na realidade um retrato autobiográfico em que o autor vai relatando vários episódios da sua vida, de médico, mas também e essencialmente de pessoa, cheio de energia e vontade pela vida em si, por viajar, nadar, conhecer, compreender tudo o que o rodeia e por tudo isto, pela vida em si que teve transmito-nos que acima de tudo se sente privilegiado por cá, nesta Terra ter passado e por ser um ser consciente dessa mesma vida, de ser um ator e ao mesmo tempo um observador.
Imagem de Clker-Free-Vector-Images por Pixabay

Palavras para quê? Extraordinário é o livro e o homem que o escreve. Para além deste tem muitos mais que um dia vou ter o privilégio de ler, pois as suas palavras são sapientes. Há até quem diga que gratidão é dos sentimentos mais poderosos que podemos ter, não aquela que nos faz dizer, educadamente, "obrigada" ao condutor que nos cede passagem ou à senhora que vende legumes na praça, este agradecimento é sem dúvida importante, mas a gratidão poderosa é aquela que abre o coração e faz sentir um calor cá dentro e uma elevação como há poucos sentimentos que o façam, aquela gratidão que também Carl Sagan refere com esta frase: "diante a vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época consigo."

Que mais dizer sobre este livro de apenas 100 páginas que tem tanto, mas tanto sumo? Excelente, não percam a oportunidade de o ler e de perceber que o conceito "velho" é perfeitamente ilusório...depende muito da perspetiva de quem interpreta esta palavra que por vezes é tão cruel, outras vezes não!

100 páginas
Relógio D´Água
Autor: Oliver Sacks


quarta-feira, 10 de julho de 2019

Rugas de Paco Roca

TBR (leia-se "TO BE READ") do início do ano, onde vais tu? Pois é nem sei para que servem as TBR!! Eu furo completamente o esquema, sou totalmente desobediente :-). Esta novela gráfica não estava de todo na minha TBR do início do ano, na qual me propus ler 50 livros, sendo que só publiquei aqui 17 dos que estavam planeados. Desta lista, ainda não li os 17 e mais ainda ...ando a ler outros que estão fora desta TBR!! Acrescento que provavelmente aos 17 vou conseguir chegar, uma vez que já li 13 e estamos a meio do ano, mas 50?! WHAT?!! Ui que ambiciosa eu fui!! 
Falando desta novela gráfica...maravilhosa...foi um livro de que ouvia falar imenso nos vários booktubers que sigo, mas este pequeno GRANDE livro estava completamente esgotado, no entanto, ficou sempre na minha wishlist (na wook - vou acrescentando livros que quero comprar), e um belo dia este magnífico livro passou a estar disponível!! É claro que não hesitei e pimba comprei logo. Sinceramente não sei como consegui comprar pois ele continua esgotado na wook, foi uma janela mágica que abriu para mim (sorte :-).

Esta história acompanha o percurso de Emílio quando este é internado num lar de 3ª idade. O filho desesperado sem saber o que mais fazer para cuidar do pai e vendo que ele está cada vez mais alheado da realidade, decide que a melhor opção é encaminhar Emílio para um sítio em que consigam cuidar dele e dar-lhe a atenção devida. Logo Emílio arranja um colega de quarto - Miguel - que o vai orientar nos seus primeiros tempos no lar. 
Emílio sofre de Alzheimer, e a sua capacidade cognitiva degrada-se sucessivamente, criando situações tristes, mas que se tornam, inevitavelmente, cómicas.

Os colegas do lar têm todos, como é óbvio, as suas dificuldades que vão piorando com a idade, alguns têm problemas motores, outros auditivos, muitos esquecem-se do que disseram há instantes, outros têm fraca visão, enfim, um conjunto de problemas que torna difícil e quase hilariante o convívio ou a socialização entre uns e outros. Temos contacto com casos que podiam ser reais (e eventualmente o autor baseou-se em casos que presenciou na vida real), que nos transmitem carinho e preocupação com os personagens, empatia e compreensão. Afinal todos nós já fomos crianças, adolescentes e jovens, com sonhos e experiências várias e, se lá chegarmos, todos nós iremos um dia passar a ser velhos, pessoas com uma história mais longa atrás do que à frente da nossa existência e há que ter respeito, consideração e sobretudo afeição e amor. Até os que trabalham neste lar, os enfermeiros que cuidam destes séniores, são mostrados com uma grande carga de paciência, compreensão e carinho pelos que lá estão hospedados.

Os desenhos não são efetivamente o mais importante do livro, mas são claros, traço simples, e ilustram muito bem tudo o que temos que compreender ao longo da história. Lê-se muito rapidamente e vale muito a pena até para ficarmos conscientes de todos estes problemas que às vezes, por não serem diretamente connosco, nos passam ao lado.

Paco Roca é efetivamente um autor que quero ler mais, até porque ouvi falar de outras novelas gráficas que me parecem ser bem interessantes! É o caso da "A Casa", livro do qual já ouvi boas recomendações.

Autor: Paco Roca
Bertrand Editora
100 páginas


domingo, 30 de junho de 2019

Bem-vindos a Joyland

Aqui está o meu primeiro livro de Stephen King - "Bem-Vindos a Joyland". Não é daqueles aterrorizadores de que tanto se fala quando deste autor se trata. É uma história de um rapaz pré-universitário que para esquecer a namorada e ganhar uns cobres vai para a Carolina do Norte onde se encontra um parque de diversões, meio para o velho, e que na época de Verão, contrata sempre pessoal de reforço.

Devin, é um bom rapaz e entra numa de tudo fazer para esquecer Wendy, a namorada que deixa para trás quando embarca nesta aventura, ou antes, a namorada que já o tinha deixado a ele para trás quando decidiu ir viver com uma amiga para longe dele. Como se trata de um jovem que se dá bem com todos, todos o protegem e quando começa a alimentar-se mal e a entrar numa onda depressiva, não faltam vozes amigas a quererem que ele arribe de vez. 

Ao longo da história Devin vai criando novos laços, e Wendy às tantas já tinha passado à história.

É em Joyland que encontra grandes amigos (alguns vão permanecer na sua história pessoal) e também é em Joyland que vai ter contacto com uma assombração presa no comboio fantasma - uma rapariga morta por um homem que ainda não foi apanhado, assassino este que ainda nem se conseguiu identificar até aos dias em que Devin foi para lá trabalhar.

A história é passada em dois tempos diferentes, melhor, ao longo de toda a história Devin relata o que aconteceu naquele verão e volta e meia vem ao presente para explicar uma ou outra coisa que está acontecer ou aconteceu numa época posterior ao Verão na Joyland.

O livro prende e a história é rápida dando aquela vontade de progredir rapidamente nas páginas de modo a sabermos quem foi, quem está por trás de todo o mistério e o que se está passar...há pormenores que não encaixam a 100% e relativamente à capa da edição portuguesa escolhida pela Bertrand Editora, sinceramente nem sei bem porquê é que escolheram o palhaço, embora goste das letras e da roda lá atrás - Carolina Spin, mas sem dúvida que a capa da versão original, quanto a mim, é bem mais ilustrativa da história, ou seja, tem mais a ver.

O autor cria todo um cenário e ambiente de feira, em que se fala numa linguagem própria, em que há rotinas específicas e personagens com  fatos típicos exibindo o Howie (o cão feliz), símbolo daquele parque temático (até este poderia ser mais representativo para a capa!).

Não é uma história daquelas que me vá marcar para a vida e também não é daquelas histórias que metam muito medo, por isso quem quiser começar com Stephen King e não souber o que ler para primeiro, penso que esta é uma boa hipótese.

Autor: Stephan King
Bertrand Editora
253 páginas

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Os Assaltos à Padaria de Haruki Murakami



E eis o meu primeiro livro de Haruki Murakami! Se eu costumava pensar que era interessante ir visitar países do mundo oriental para conhecer verdadeiramente culturas diferentes, ao invés de passear na Europa ou mesmo EUA ou Canadá, agora, fiquei com quase certeza de que vale mesmo a pena "saltar" para países como o Japão; China; Nepal entre outros, para conhecer e estar em contacto com diferenças nas formas de pensar e de se estar na vida! Mas, claro está que ainda não é só com um livro de um autor japonês que se pode concluir grande coisa, mas já dá para ver que a originalidade está presente e de que maneira!

Os assaltos à padaria, são dois contos, desfasados no tempo, independentes, mas ainda assim com com alguma ligação entre eles. No primeiro, um grupo de jovens recentemente formados e saídos de uma qualquer faculdade, com fome de bradar aos céus, resolve assaltar um local com comida e acabam por escolher, nada mais nada menos, do que uma padaria! Com um cheiro irresistível e uma quantidade de pão que dá para saciar um batalhão, o grupo entra, convicto e com armas, mas...o dono da padaria propõe-lhes um acordo...e nós leitores entramos quase numa espécie de surrealidade em que pensamos "espera isto não poderia acontecer", "talvez até existissem pessoas para isto" e " é a loucura completa" e rimos do ridículo engraçado que vai acontecendo. 
Mergulhamos no segundo conto e penso que foi neste (não me recordo bem), que o autor mistura ao mesmo tempo uma certa fantasia. O nosso personagem principal (o mesmo do que o primeiro conto e agora casado e mais crescido, quiça um pouco mais responsável) é atacado pela mesma fome absolutamente avassaladora e dolorosa, e desta feita tem companhia, a sua esposa. No meio desta fome enloquecida, a nossa personagem parece que vê o fundo de um mar transparente onde ocorre ao mesmo tempo qualquer coisa de estranho (acho que nem ele nem eu percebemos claramente do que se está a passar :-). Bem, se até aqui eu achava que a história tinha sido surreal, chego à certeza de que o fantástico toca os dois contos ...e a tal fome (do tamanho do mundo e mais além) conduz o nosso assaltante e a sua esposa a fazerem exatamente o que já tinha acontecido no mesmo conto - assaltarem uma padaria...
Que dizer deste livrinho que se lê num ápice? Diferente, original, criativo, com ilustrações muito bonitas e que vale mesmo a pena ser lido, com mente aberta, com vontade de apreciar o que é bem feito e bem escrito! Gostei muito mesmo!! E sim quero continuar a ler Murakami, quem sabe ler autores de outros países completamente diferentes do nosso, é também uma forma de passear neles? De conhecer um pouco mais de vivências e modos diferentes do nosso e ainda assim tremendamente humanos, tremendamente iguais portanto. 



Autor: Haruki Murakami
Editora: Casa das Letras
96 páginas



terça-feira, 16 de abril de 2019

A menina que engoliu uma nuvem do tamanho da Torre Eiffel de Romain Puértolas

Vou fazer esta opinião muito a quente pois acabei de ler este livro maravilhoso. Esta sensação de encantamento foi aumentando até que culminou com o términus da história.
O autor (e é a primeira vez que leio qualquer coisa dele, mas fiquei ávida por mais histórias dele), usa o non sense ao longo de toda a história, possivelmente muitos leitores soltarão gargalhadas por tantos disparates engraçados ao longo da história, o que não foi o meu caso. Gostei muito de todos os disparates (que nem são assim tão disparatados e têm sempre algo maior por trás), mas nunca me ri em riso solto e largo, terei eventualmente, numa ou noutra situação sorrido.

Inicia-se a história com um controlador de tráfego aéreo contando uma história rocambolesca a um barbeiro/cabeleireiro que pensamos nós, nada tem a ver com a dita. A história é acerca de uma mulher carteiro (ou antes carteira porque é mulher :-), que por amor a uma filha, consegue abrir asas (leia-se braços) e voar para perto da pequena...e não vai de avião porque precisamente nesse dia há uma nuvem de cinzas provocada pela erupção de um vulcão (cujo nome é intragável - Eyjafjallajökull) lá no norte e que efetivamente e na vida real, entrou mesmo em erupção (até com este tipo de coisas o autor brinca). 

Ora bem, eu que até mais de meio do livro estava nas 4 estrelas (para dar no goodreads), quando começo a abeirar-me do fim, céus, desato num pranto solto como há muito (se é que alguma vez me aconteceu isto com um livro) não me acontecia! Tudo ficou claro, brilhante aliás e o autor dá-nos de uma penada só uma volta de 360º  (ou 270º porque caso contrário ficaríamos no mesmo lugar :-) e um livro que poderia ser uma espécie de ficção romântica (se é que isto existe) passa a ser uma realidade dura e ainda assim maravilhosa, encantadora e super ternurenta. Este livro foi o primeiro deste ano (e creio, o primeiro em muitos anos) que me fez chorar assim em pranto, fazer lágrimas escorrer (e das gordas) na minha cara, até porque, não era esperado este final e só muito para o fim é que começamos a vislumbrar um cheirinho do tipo de final que leva esta magnífica história. 

Amor é a palavra chave que se repete sob variados nomes, debaixo de muitas "peles", amor é o principal sentimento que se eleva em cada um dos acontecimentos do livro. Cada frase, tem atrás de si tantas aprendizagens, tem tanto que quer transmitir, que penso eu, é um dos livros que deve ser relido para conseguirmos apanhar tudo, mesmo tudo que o autor quer transmitir e mesmo assim talvez seja possível ficarmos aquém. Parabéns a Romain Puértolas!! Fantástico livro que ADOREI!! 

E também adorei a capa e contracapa que está uma delícia (tal qual como a história).

Autor: Romain Puértolas
Editora: Porto Editora
197 páginas

sexta-feira, 5 de abril de 2019

A última carta de amor de Jojo Moyes

Este foi o primeiro livro que li desta autora e percebi logo que não foi grande escolha, devia ter começado por outros dos quais ouvi falar muito bem. 
As primeiras páginas foram confusas, não consegui encaixar logo. A separação de capítulos vai-se fazendo com pequenos textos que correspondem a mensagens curtas, escritas por e-mail, mensagem de texto enviada por telemóvel (na atualidade) ou por cartas de amor escritas em folha de papel a caneta (num tempo passado).

A história passa-se em duas épocas diferentes - 1960 e 2005. Com duas protagonistas que são diferentes na sua maneira de estar mas ao mesmo tempo com percursos pessoais que têm algumas semelhanças.

Uma das mulheres é casada com um senhor do "amianto", rico à custa de uma empresa que possui para isolamentos e coberturas que na sua constituição, usam aquele material. O amianto é extremamente prejudicial para a saúde (mas na época é recente a descoberta desta fatídica relação).

Outra das mulheres, personagem principal desta história, é jornalista e por um acaso descobre uma carta de amor da primeira dirigida ao seu amante Boot.

A leitura foi lenta até cerca de meio do livro, com idas à frente e a trás no tempo, meio cansativas, mas a história começa a desenvolver-se lá mais para a frente e até a surpreender. Embora eu fosse mais ou menos descobrindo pequenos desfechos que iam acontecendo, não deixou de ser agradável, mas não foi um romance que fez tchannnannan, infelizmente não. Seja como for, vou e quero ler mais livros desta autora e parece que são bastantes.

E com isto cada vez mais estou a boicotar os livros a que propus a ler em 2019 ..acho que este não constava! E já entraram vários (e continuam a entrar) que não estavam na minha lista de leituras para este ano !! Enfim...


Autor: Jojo Moyes
Editora: Porto Editora
449 páginas

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Imagem do cabeçalho do blogue de "GimpWorkshop"

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Fantasia, Mágico, Surreal. De utilização gratuita.

A Fada do Lar de Sophie Kinsella

Abençoada hora quando decidi ler este livro em férias de verão...este é o livro ideal para levar nas férias! Tão divertido que nos embaraça,...